terça-feira, 4 de setembro de 2012

Comentário Sobre Priscilla, a Rainha do Deserto





Nestes dias assisti ao espetáculo musical Priscilla, a Rainha do Deserto, que está em cartaz no Teatro Bradesco, que fica no Bourbon Shopping. Fui assisti com o pessoal da ABDIM, em mais uma ação social proporcionada pelo Instituto Paulo Kobayashi, que entre seus projetos leva pessoas de várias ONGs e associações ao teatro, levando cultura e lazer para quem nunca teve acesso. A peça é inspirada no filme australiano de mesmo nome, estrelado por Terence Stamp, Hugo Weaving e Guy Pearce. A peça mostra a história de um drag queen que deseja reencontrar seu filho, que há anos não vê, e que para isso inventa a desculpa de fazer shows no cassino de sua esposa com seus dois colegas, um outro drag queen e um travesti aposentado, partindo numa aventura em um ônibus até sua terra natal, atravessando toda a Austrália. Entre as músicas conhecidas cantadas no espetáculo destacam-se I Will Survive, It´s Raining Men, Like a Virgin, Shake Your Groove Thing, I Say a Little Prayer, Go West, I Love The Nightlife e Don´t Leave This Way. Foi um espetáculo incrível, uma excelente produção, muito engraçado, a gente ri a peça toda, com muitas luzes, coreografia bem ensaiada, típico da Broadway. O pessoal da ABDIM nunca tinha visto um espetáculo desse porte, todos adoraram e ficaram de boca aberta, mesmo para aqueles que não curtem muito coisa de menina e de gay. O espetáculo é uma excelente dica para quem procura diversão e um ótimo programa para o paulistano. Vale lembrar que a parceria entre Instituto Paulo Kobayashi e a Time 4 Fun, que tem proporcionado a oportunidade de o pessoal da ABDIM assistir a espetáculos como Mamma Mia, New York, New York e Batman Live foi realizada na gestão de Victor Kobayashi. Uma parceria que leva alegria e diversão para todos e enriquece a cultura e o conhecimento. Priscilla, a Rainha do Deserto, vale a pena conferir e se puder soltar a franga.






terça-feira, 28 de agosto de 2012

Opinião Política - Bashar al Assado e Frito





A Síria de Bashar al-Assad, o carniceiro de Damasco,  vive seu momento de agonia, em que reprime brutalmente rebeldes opositores ao seu governo e ameaça usar armas químicas contra sua própria população. A situação síria cada vez mais se deteriora, com a renúncia de Kofi Annan como mediador do conflito sírio enviado pela ONU, a deserção do primeiro-ministro sírio Riyad Farid Hijab, o transbordamento do conflito para o Líbano, ataques aéreos atingindo alvos turcos, o envolvimento do Irã, os vetos de China e Rússia contra a imposição de sanções ao regime, a ameaça da ditadura de Bashar al-Assad de utilizar armas químicas contra a própria população, declarações do presidente norte-americano Barack Obama de que poderia intervir militarmente no país, reações de Rússia e China afirmando que não tolerariam tal ação, o massacre em Daraya com saldo de 330 mortos e a exortação por parte do presidente francês François Hollande para que a oposição síria forme um governo provisório que teria o reconhecimento da França. Como se sabe o Ocidente vem tentando de todas as formas possíveis resolver a crise síria sem recorrer a uma intervenção militar, tal como fizera na Líbia, mas apenas impondo sanções econômicas, negociando a renúncia de Bashar al-Assad e fornecendo armas e apoio aos rebeldes, prometendo reconhecer um governo formado por eles. Rússia e China vetam no Conselho de Segurança da ONU quaisquer sanções econômicas e resoluções contra o regime sírio, buscam protegê-lo contra uma intervenção internacional e ameaçam reagir. O Irã, principal aliado da Síria, apóia o regime sírio, fornecendo armas e apoio político e diplomático. O Líbano vem sendo contaminado pela crise síria, com enfrentamentos entre grupos alauitas favoráveis ao regime sírio e grupos sunitas hostis a Damasco. A Turquia vem recebendo uma massa de refugiados do confronto entre o regime sírio e seus opositores e teve um avião abatido por forças sírias. Bashar al-Assad vem resistindo no poder e reprimindo brutalmente os opositores, inclusive promovendo massacres como o de Daraya que deixou 330 mortos e ameaçando usar armas químicas contra a própria população, o que provocou reações do presidente norte-americano Barack Obama, que ameaçou intervir militarmente no país, e do presidente francês François Hollande. A Síria vive sob agonia e seu ditador Bashar al-Assad segue assado e frito e Damasco segue fervendo.










quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Propaganda Professora Maria Grosso



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Profa Maria Grosso
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