sábado, 2 de outubro de 2010

Palestra Colégio Santa Maria

Abaixo tem uma foto de uma palestra que fiz em 2006 no Colégio Santa Maria para os alunos da sétima série. Falei um pouco de tudo: a faculdade, a ABDIM, a minha vida, as barreiras da sociedade, a vida de um deficiente físico, as minhas realizações e sobre mim. Aproveitei e cantei um pouco, uma vez que já fiz aulas de canto. Gostaria muito de agradecer a sra. Sônia Yamadera, que me havia convidado para ministrar a palestra.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

E Chame o Guincho!!

Abaixo reportagem publicada no blog da Garagem

O uso do guincho de transferência tem me ajudado bastante em casa e na ABDIM. Com ele, posso ser transferido de um lugar para outro, sem a necessidade de muitas pessoas para ajudar, de forma confortável, sem me machucar e sem correr o risco de cair. Com ele, não há o problema de saber a forma de segurar cada paciente, pois cada um tem um jeito e o guincho na prática uniformiza-o. Na ABDIM, ele ajuda os pacientes na hora da transferência da cadeira de rodas para a maca da Fisioterapia Motora. Na ABDIM, temos dois guinchos devido ao grande movimento da ABDIM. Ele dispõe de uma selete resistente que envolve o corpo, de uma haste forte para levantar a selete com o corpo, controle remoto para acionar a transferência e de um carregador de bateria. Mas é necessário ter cuidado e ter manutenção, pois já houve queda do guincho comigo em cima dele. Uma noite em casa, meu pai sem querer retirou um parafuso errado para abrir os pés do guincho. Quando começou a andar, do nada o guincho começou a tombar para o lado e foi com tudo, comigo em cima. No fim, acabei apenas torcendo a perna, não havia quebrado. Comigo em cima da selete no chão, não sabia o que fazer, uma vez que a haste do guincho não podia abaixar a uma altura na qual a selete podia alcançá-la. Depois de muito pensar e calcular surgiu uma idéia. Tivemos que improvisar uma corda forte e colocar na haste e pegar uma cadeira. Assim, amarramos a corda na haste por um lado, e por outro amarramos a selete. Subimos um pouco a haste pelo controle remoto e colocamos uma cadeira embaixo de mim. Firme na cadeira, tiramos a corda e montamos o guincho normalmente e pusemos o parafuso no lugar correto dessa vez. No fim, deu tudo certo e fui para a cama no guincho mesmo. Seria interessante que os hospitais e os centros de tratamento médico passassem a adquiri-lo, pois uma das maiores dificuldades encontradas nestes lugares consiste na transferência para se fazer os exames e os tratamentos. Para os cuidadores, o guincho representa um alívio para as suas dores nas costas.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Opinião Política - O Totalitarismo do PT

No Brasil, o PT e seu Totalitarismo representam o maior perigo para seu desenvolvimento e sua democracia. Quando se encontra na Oposição, o PT faz o uso da militância para conquistar o poder à força e derrubar o governo, sem medir esforços para isso. Nesse processo, protestos, greves, invasões de terras, pedidos de CPIs, acusações, pedidos de impechment são promovidos pelas suas diversas ramificações: parlamentar, sindical, movimentos sociais e de sem-terra, militante e ideológica. Para chegar a Brasília, o PT cria uma estrutura bem organizada, típicas de quadrilhas. Nela, há a formação de um caixa destinado a arrecadar dinheiro proveniente de prefeituras administradas pelo petismo e com ele a organização da mobilização de todos os seus filiados para desestabilizar e derrubar governos e tomar o poder. Quando governo, o PT busca implementar um regime de cunho socialista e se manter no poder utilizando-se de todas as armas proporcionadas pelo Estado. De início, para se legitimar no poder, se alia aos políticos tradicionais e à oligarquia, por um lado, e aos empresários, ao mercado e aos investidores internacionais, por outro, para dar um ar de moderação diante de seu discurso esquerdista e acalmar o mercado. A partir daí, vai implementando aos poucos, sob disfarce, com tom moderado, voltando atrás quando necessário e se aliando ao mercado seu projeto de revolução socialista. Paralelamente, vem a fase do inchaço da máquina do Estado com a nomeação política ou por meio de concursos públicos fraudulentos de militantes, sindicalistas, movimentos de sem-terra, movimentos sociais, grupos guerrilheiros, traficantes de drogas, simpatizantes e ONGs, tornando o Estado fortemente politizado. Na política externa, há uma aproximação cada vez mais progressiva com líderes controversos como Hugo Chávez, Evo Morales e Mahmoud Amajinejad, países totalitários e apoiadores do terrorismo, processo esse que de início não é perceptível, mas que a cada dia fica mais evidente. Uma vez no controle do Estado, o PT vai destruindo a democracia por meio de censura, perseguição política, aparelhamento da Polícia Federal, mensalões, medidas provisórias, desprestígio do Legislativo e nomeações do Judiciário. E quando chega o período de eleições, há um poderoso aparelhamento do Estado, como ficou evidente nos episódios de dossiês, quebras de sigilos, ataques de grupos criminosos, vazamentos e controle de recursos do orçamento, numa clara tentativa de eliminar a oposição e se perpetuar no poder. As críticas citadas são feitas ao Totalitarismo do PT, mas elas podem ser estendidas a outros partidos de Esquerda uma vez que eles defendem os mesmos pontos de vista e mesmas metodologias, embora tentem disfarçá-los. Nesse grupo se encontram, o PT de Dilma Rousseff e Luis Inácio Lula da Silva, o PSB de Ciro Gomes e Eduardo Campos, o PDT de Paulinho da Força e Cristóvam Buarque, o PC do B de Aldo Rebelo e Netinho de Paula, o PSOL de Heloísa Helena e Plínio de Arruda Sampaio, o PSTU de José Maria, o PCB de Ivan Pinheiro e o PCO de Rui Costa Pimenta.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Opinião Política - A Droga Vermelha

Muitos dizem que o Comunismo e o Socialismo tiveram seu fim com a queda do Muro de Berlim e com a derrocada na União Soviética. É fato reconhecido na História que a partir desses dois eventos, houve a bancarrota dos regimes comunistas no Leste Europeu e o fim do uso do termo Comunismo no vocabulário mundial. No entanto, afirmo neste artigo que ele, ou pelo menos o seu fantasma, continua existindo, influenciando a política e a economia mundiais, assumindo nova roupagem, tendo um novo país como líder, usando novas metodologias e mecanismos de funcionamento e gerando medo e terror por onde passa. Oficialmente, alguns países ainda vivem sob o regime comunista ou socialista. China, Cuba, Vietnã, Coréia do Norte e Laos ainda mantém o termo ´´popular´´ em seu nome oficial e na sua bandeira. Nestes países, não há democracia, liberdade de expressão, de imprensa e de pensamento, há perseguição religiosa, às oposições e às minorias, os direitos humanos são violados de forma brutal e toda a sociedade é fortemente controlada pelo Estado, especialmente a economia. A principal potência que lidera hoje o comunismo mundial é a China. O crescimento astronômico da economia chinesa, a invasão de seus produtos no mercado mundial, a expansão do país e de suas empresas nos quatro cantos do planeta, a sua política de enfrentamento do Ocidente nas discussões internacionais e sua imensa capacidade bélica, a credencia no papel de líder mundial do comunismo, de fiadora dos diversos regimes totalitários espalhados no planeta. Do papel da China de fiadora do totalitarismo, compreende-se o porquê da sobrevivência política de Chávez na Venezuela e dos irmãos Castro em Cuba, apesar da crise enfrentada por esses e do despreparo. Em alguns casos, o comunismo está associado ao terrorismo e ao narcotráfico. Grupos terroristas que cometem atentados contra o governo para implantar um regime comunista, se sustentam com recursos oriundos do tráfico de drogas e da conivência de governos aliados refletida na ausência de políticas eficazes de combate as drogas. Assim, as FARC da Colômbia, o Sendero Luminoso do Peru, o PCC e o Comando Vermelho do Brasil, grupos maoístas da Ásia tem no narcotráfico sua fonte de recursos e nos países de governos esquerdistas proteção no processo de se implantar o comunismo. No comunismo moderno, uma nova metodologia usada para controlar a sociedade e calar a oposição tem sido empregada. Trata-se do uso da tecnologia, do consumismo e do estímulo a busca e consumo desenfreados de produtos ditos ´´modernos´´ como arma. Essa técnica consiste no lançamento pelo governo, em associação com algumas empresas, de ondas, ideologias, padrões sociais ou ´´modas´´ na sociedade, que a leva a uma corrida desenfreada por estes produtos ou padrões sociais e comportamentais. Isso leva a uma corrida na sociedade para se adequar a uma onda inventada e a uma exclusão social daqueles que não conseguem se adequar a ela. O governo usa essa invenção de ideologia como forma de esconder seus defeitos e seu caráter totalitário, destruir a consciência política e o senso crítico da população e isolar e eliminar a oposição. O comunismo deixa de usar a doutrinação e o atraso tecnológico típicos dos velhos regimes e passa a se associar com a tecnologia moderna e com o consumismo como arma e disfarce. O comunismo assume hoje um caráter moderado e disfarçado para assumir o poder de forma democrática e ao chegar no poder implantar o comunismo aos poucos, sob a forma de reformas e sem o uso de armas. Esse comunismo moderado no fundo é o programa político de todos os partidos de Esquerda, seja do estilo chavista ou lulista. Nessa lógica, pode-se afirmar que os Estados Unidos sob Barack Obama se encontram na esfera de influência do neocomunismo. Assim, os Estados Unidos, a China, a Rússia, a Venezuela, o Irã, as ditaduras árabes e as ditaduras africanas se encontrem no campo neocomunista. Enfim, existe atualmente uma rede global interligando a China, grupos terroristas, países totalitários, instituições corruptas, máfias, tráfico de drogas, países árabes, empresas, doações, partidos políticos, financiamentos, ONGs e movimentos sociais que visa implantar um governo totalitário mundial, nos moldes sonhados por Adolf Hitler e Josef Stalin.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Opinião Política - O Governo Yeda

O governo de Yeda Crusius do PSDB no Rio Grande do Sul vive sob a ameaça constante do Totalitarismo do PT e da chamada Esquerda e do Fisiologismo do PMDB e de partidos políticos tradicionais. O governo de Yeda Crusius trouxe inúmeros avanços e benefícios para a população do Rio Grande do Sul. Pela primeira vez em 30 anos, o Estado saneou as suas contas, zerando o seu déficit histórico, uma herança dos governos anteriores, representados especialmente nas figuras de Getúlio Vargas, de Leonel Brizola e do PT, que gastavam mal e em excesso, deixando o Estado profundamente endividado. A partir dessa medida, o governo gaúcho recuperou a credibilidade, recebeu elogios por parte do BID e outros bancos internacionais e por não haver déficit, retomou os investimentos na saúde, educação e em estradas, gerando mais desenvolvimento. Apesar disso, o governo de Yeda Crusius enfrenta uma das maiores crises políticas que já se viu no Brasil. Já antes de assumir o cargo de governadora, logo após ser eleita em 2006, muitos secretários abandonaram seu governo em protesto contra seu projeto de aumento e criação de novos impostos, que sofreu uma dura derrota ao ser submetido a votação pelo Legislativo estadual. O seu vice-governador Paulo Feijó do DEM rompe politicamente com a governadora, também em protesto ao projeto alegando que a medida prejudicaria os produtores rurais. Em seguida, por pressão do PT e do PSOL e pela chantagem feita pelos seus aliados do PMDB, são abertas várias investigações e CPIs para investigar supostos atos de corrupção cometidos pela governadora. Para esquentar a crise, seu vice Paulo Feijó entrega em uma das CPIs algumas fitas contendo gravações de suas conversas com os secretários de Estado, incriminando-os. Muitos deles são afastados do seu cargo. Além disso, o governo Yeda foi marcado por inúmeros protestos e greves organizados pela Oposição, movimentos sociais, sindicatos e grupos de sem-terra pedindo o seu impechment. O governo amarga altos índices de rejeição por parte da população gaúcha e amarga o terceiro lugar nas pesquisas destas eleições, atrás de Tarso Genro do PT e de José Fogaça do PMDB, pondo em risco todos os avanços obtidos até agora e gerando temores de retrocesso. Ora, até agora fizeram-se inúmeras investigações para apurar irregularidades cometidas por Yeda Crusius, no entanto, nenhuma irregularidade foi encontrada. A governadora foi considerada inocente diante de todas elas. O PT fez de tudo para desestabilizar seu governo, mas mesmo assim, Yeda Crusius conseguiu zerar o déficit e sanear as contas públicas, fazendo um governo exemplar. O que se vê no Rio Grande do Sul é Totalitarismo do PT e da chamada Esquerda e o Fisiologismo do PMDB e de partidos tradicionais. Por um lado, o PT usa a sua militância para desestabilizar e derrubar o governo de Yeda Crusius para tomar o poder à força, valendo-se de métodos fascistas e nazistas, típicos do Totalitarismo. Por outro lado, o PMDB usa seu poder de barganha, o seu peso político diante das votações e da manutenção da estabilidade, em troca de cargos e de favores políticos, fazendo chantagem política, técnicas típicas do Fisiologismo e Clientelismo. O governo Yeda Crusius tem sofrido pressões políticas porque é um governo sério, honesto e competente, que vem fazendo o que é certo, não se curvando diante de interesses políticos que levam a corrupção.