terça-feira, 18 de outubro de 2011

Vídeo Sobre o Prêmio TOYP 2011 da JCI

Abaixo você pode ver o Vídeo Sobre o Prêmio TOYP 2011 da JCI Categoria Superação, exibido no dia da entrega do Prêmio, que ganhei.



Mais informações no site:
http://www.jci-brjp.org.br/

domingo, 2 de outubro de 2011

Opinião Brasil - Brasil: O BRICS Simpático




De todos os países que compõem os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), o Brasil é o país mais simpático de todos. No Brasil, existe uma miscigenação de raças, culturas, credos, etnias e religiões, na qual elas convivem pacificamente, sem conflitos, sem crises e sem violência. Vale lembrar que Rússia, Índia, China e África do Sul convivem com conflitos étnicos, religiosos e culturais diariamente. O Brasil é um país pacífico e onde a democracia está bem estabelecida e consolidada. Vale


lembrar que Rússia, Índia, China e África do Sul ou não são democracias ou a democracia não se consolidou na população, havendo muitas crises e conflitos. O Brasil é um país pacífico, que sempre buscou a paz e nunca foi uma nação beligerante. Vale lembrar que Rússia, Índia, China e África do Sul buscam uma liderança hegemônica regional, investem pesado no setor bélico, apóiam regimes autoritários e suspeitos e têm como um de seus objetivos desafiar a liderança de Estados Unidos, Europa

e Japão. O Brasil promove o multilateralismo em suas ações internacionais e o comércio justo. Vale lembrar que Rússia, Índia, China e África do Sul adotam o comércio desleal e ações unilaterais. O Brasil conta com o apoio dos Estados Unidos, em vista de sua proximidade geográfica, política e cultural. Vale lembrar que Rússia, Índia, China e África do Sul são muitos distantes dos Estados Unidos, do ponto de vista geográfico, político e cultural. O Brasil tem um povo alegre e acolhedor. Vale

lembrar que Rússia, Índia, China e África do Sul têm população de costumes rígidos, radicais, desleais, dúbios e polêmicos. O Brasil possui uma terra boa, com riquezas naturais e um clima agradável, tropical. Vale lembrar que Rússia, Índia, China e África do Sul possuem um verdadeiro campo minado e um clima não muito agradável, que nos lembra guerra. Como dizia a canção. Moro, num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza, mas que beleza.


Opinião Brasil - Copa e Olimpíadas do Brasil










O Brasil vive um momento especial no mundo do esporte, uma vez que foi escolhido para sediar a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. No entanto, muitos brasileiros duvidam se o Brasil tem condições de sediá-los. Essa dúvida se baseia no atraso em que se encontram as obras para a Copa e na recente aprovação do Congresso Nacional do Regime Diferenciado de



Constatações Públicas, pelo qual, em decorrência dos atrasos das obras, o governo flexibiliza a licitação para a construção das obras, o que facilitaria fraudes milionárias nas obras. Além disso, muitos acreditam que o histórico de corrupção no Brasil, a violência nas suas cidades, a falta de organização dos brasileiros e os problemas de sua infra-estrutura e logística são indicadores da falta de





condições de o Brasil realizar os mega eventos. Como se sabe, muitos estádios estão atrasados, muitos aeroportos estão correndo o risco de não ficarem prontos até o início da Copa do Mundo, muitos hotéis estão lotados para receber turistas, muitos profissionais estão recebendo qualificação para receber turistas só agora, e como mostrou o Rock in Rio temos muitos problemas,





dificuldades e deficiências na segurança pública. Vale lembrar, no entanto, que duvidaram muito sobre a capacidade de a África do Sul, um país da África, o continente mais pobre do planeta, realizar a Copa do Mundo de 2010, e a Copa do Mundo de 2010 na África do Sul deu certo, foi um sucesso. Independentemente de

erros marginais, de forte desvio de dinheiro público e fraudes, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 vão gerar inúmeros benefícios e melhorias econômicas e sociais para a população brasileira, uma verdadeira revolução e no fim vão dar certo e farão sucesso.


Opinião Brasil - Brasil: O País de Todos

O Brasil mudou muito nos últimos anos, e para melhor, especialmente com os governos de Fernando Henrique Cardoso do PSDB e de Luis Inácio Lula da Silva do PT. Em primeiro lugar, o Plano Real e sua continuidade acabaram com a inflação e garantiram a estabilidade monetária. O conjunto de programas sociais do governo (auxílio gás, bolsa-escola, bolsa-alimentação) e o Bolsa Família impediram que grande parte da população vivesse na
miséria. As privatizações e sua continuidade melhoraram os serviços públicos e deu acesso universal a novas tecnologias, hoje todo mundo tem celular, até a empregada doméstica e a faxineira. Os genéricos e sua manutenção garantiram mais saúde e qualidade de vida aos brasileiros. A expansão das universidades privadas e o Pro-Uni (Programa Universidade para Todos) abriram as portas do Ensino Superior para muitas pessoas,
principalmente da classe média e da classe baixa. Com programas do tipo Luz para Todos, Fome Zero, Transposição do Rio São Francisco e PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), a população que vive na pobreza e no Nordestes estão tendo acesso a serviços básicos como saneamento básico, alimentação, energia elétrica, água potável e acesso a internet. O crescimento econômico verificado recentemente e com mais vigor no
governo Lula, tirou milhares de pessoas das classes D e E e as colocaram na classe C. Hoje fala-se do surgimento de uma nova classe média, que consiste em pessoas que saíram recentemente da pobreza e ingressaram na classe média, fruto dos processos descritos. O Brasil se torna a cada dia mais e a cada governo, um país de todos.

Opinião Brasil - Privatizações e PPPs para o Bem do Brasil

A cada dia consolida-se no Brasil a idéia de que as privatizações e as PPPs (parcerias público-privadas) são as melhores receitas para a solução de inúmeros problemas que assolam a população brasileira. Até a presidente Dilma Roussef do PT, partido político que historicamente sempre foi contra as privatizações, já admite a possibilidade de privatizar rodovias, portos e aeroportos como meios de melhorar a infra-estrutura do Brasil. No Brasil, as privatizações e as parcerias com o setor privado trouxeram inúmeros benefícios para a população. Em relação a Petrobras houve a melhoria da gestão, nas comunicações houve a quebra de monopólios, na telefonia deu acesso universal a telefonia e melhoria da tecnologia, vale lembrar que antigamente poucos tinham telefone

em casa, o vizinho pedia para usar o telefone do outro, o preço de um telefone fixo e celular eram elevados e hoje todo mundo tem celular, até a empregada doméstica e a faxineira, há mais celulares do que a sua população no Brasil, na distribuição de energia houve o aumento dos investimentos, no setor bancário houve a melhoria da gestão e no ramo da mineração, a Companhia Vale do Rio Doce multiplicou seu lucro e tem presença em diversos países do mundo. Em São Paulo, onde houve as privatizações de suas rodovias, de seus bancos, de suas companhias de energia, companhias telefônicas e onde as PPPs (parcerias público-privadas) estão sendo introduzidas no metrô, houve melhoras significativas dos

serviços públicos. As estradas paulistas são consideradas as melhores do país, o BANESPA, que foi incorporado ao Santander, se livrou das dívidas, a Telefônica, que adquiriu o TELESP, melhorou a qualidade da telefonia e o ritmo das obras do metrô se acelerou com as PPPs (parcerias público-privadas) . É certo que as privatizações trouxeram alguns transtornos para a população como a elevada taxa de reclamações no Procon contra as companhias telefônicas, os elevados preços e quantidades de postos de pedágio nas estradas, as explosões das tampas de bueiro no Rio de Janeiro, o aumento das tarifas dos serviços públicos e a entrega do patrimônio público nacional para grupos privados interessados em altas taxas de lucro, mas com as privatizações e as PPPs (parcerias público-privadas) houve uma verdadeira revolução tecnológica e de gestão, tanto que é uma unanimidade a sua consolidação, inclusive entre petistas.


sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Opinião Política - 11 de Setembro de 2001: O Dia do Terror


O dia 11 de setembro de 2001 mudou definitivamente os rumos do planeta. Neste dia a rede terrorista Al Qaeda sob o comando de Osama Bin Laden atacou o World Trade Center em Nova York, o Pentágono em Washington e dois aviões, que foram abatidos pelas Forças Armadas norte-americanas. A partir deste dia... Os Estados Unidos fizeram a guerra do Afeganistão em 2001 e a guerra do Iraque em 2003, violando o Direito Internacional. Os Estados Unidos iniciaram a guerra ao terror, agindo em todo o planeta para combater grupos terroristas. Os Estados Unidos criaram as prisões de Guantánamo em Cuba e de Abuh Graib no Iraque, nas quais havia detenção arbitrária de suspeitos de terrorismo, não havia julgamento por um tribunal dos prisioneiros e os prisioneiros eram torturados e humilhados, violando os direitos humanos. Os Estados Unidos colocaram sob suspeita e desconfiança a população muçulmana. Os Estados Unidos prenderam em prisões secretas espalhadas nos quatro cantos do planeta, principalmente na Europa, suspeitos de ligação com o terrorismo, ferindo a soberania de alguns países. Os Estados Unidos violaram as liberdades civis de seus cidadãos com quebras de sigilos, violação de correspondências, escutas telefônicas, grampos, revistas policiais, investigações e censuras ilegais da população norte-americana. A Al Qaeda atacou Bali na Indonésia, Madri na Espanha, Londres no Reino Unido, Marrocos, Argélia, Paquistão com atentados terroristas, com muitas vítimas ocidentais. Desde a década de 80, quando a União Soviética invadiu o Afeganistão, os Estados Unidos treinaram Osama Bin Laden e a Al Qaeda e Osama Bin Laden escolheu seguir o terrorismo, a Al Qaeda atacou o porta-aviões USS Cole no Iêmen, atacou as embaixadas dos Estados Unidos no Quênia e na Tanzânia e atacou com gás o World Trade Center deixando muitas mortes. O fim dessa história toda se dá em 2011, dez anos depois, quando Osama Bin Laden é assassinado pelo Exército dos Estados Unidos no Paquistão e quando se dá a Primavera Árabe no Mundo Árabe.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Opinião Política - Festa Árabe



O mundo se livrou nestes dias de mais um ditador tirano, brutal e sanguinário. O Mundo Árabe viu mais um país ser varrido pela Primavera Árabe e pela luta pela democracia. As tropas rebeldes ajudadas pela OTAN tomaram Trípoli, a capital da Líbia, e derrubaram o regime de Muamar Kadafi. Nestes últimos quarenta anos, Muamar Kadafi implantou na Líbia um regime de terror, no qual havia tortura em suas escuras prisões, perseguição as oposições, controle total da imprensa a mãos de ferro e no qual a população vivia a miséria, enquanto Muamar Kadafi vivia excentricidades em seu palácio de luxo cheio de ouro (Isha la) com suas roupas extravagantes, alimentadas pelo petróleo. Nestes anos, Muamar Kadafi já foi considerado terrorista pelo Ocidente por seu envolvimento na explosão de aviões em Lockerbie, passou para aliado do Ocidente, quando abandonou seu programa nuclear, pediu desculpas as vítimas do atentado terrorista e passou a defender seus interesses políticos e econômicos, como demonstrou sua estreita amizade com o primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi, e agora foi bombardeado pelo Ocidente e pela OTAN, na esteira da Primavera Árabe e de uma nova espécie de colonização da África. Muamar Kadafi hoje está foragido e procurado pelo Tribunal Penal Internacional para ser julgado por suas atrocidades e crimes contra a humanidade. O mundo se pergunta agora: Como ficam Síria, Iêmen, Bahrein, Omã, Irã, Arábia Saudita, Mauritânia, Marrocos, Argélia e Jordânia? Será que Estados Unidos e Europa tem dinheiro para derrubar outra tirania? O que vem agora, depois do assassinato de Osama Bin Laden, da Primavera Árabe e do fim de um ciclo histórico iniciado com o 11 de Setembro e no qual o fundamentalismo islâmico foi o principal inimigo dos Estados Unidos da América? Será que a ameaça da China e da Rússia? Deixando essas questões de lado, só nos resta comemorar o fim de mais uma ditadura (Tunísia, Egito caíram neste ano, e agora a Líbia) e celebrar a vitória da liberdade.