segunda-feira, 30 de abril de 2012
Opinião Política - CFK Versus YPF
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Esporte - Rei Leão
Opinião Política - França Dividida
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Opinião Política - Damasco Está Fervendo

quinta-feira, 29 de março de 2012
Opinião Política - Toma Lá Dá Cá

Nestes dias o governo da presidente Dilma Rousseff viveu uma crise na sua base aliada, que ameaça as futuras votações do governo e que o obrigou a trocar os líderes do PT Cândido Vacarezza por Arlindo Chinaglia e do PMDB Romero Jucá por Eduardo Braga no Congresso Nacional. Trata-se da chantagem exercida por PMDB, PTB, PP, PR, PRB e PSC, os partidos fisiológicos, sobre o governo. A disputa por cargos e verbas entre o PT e seus aliados de Centro e as quase denúncias diárias de envolvimento em casos de corrupção desses aliados e que culminaram na queda de seus ministros, provocaram a rebelião deles. O PR do ex-ministro dos Transportes Alfredo Nascimento e de Valdemar Costa Neto, envolvidos com o escândalo do mensalão, ameaçou romper com o governo e ir para a Oposição. Em seguida, o PMDB do vice-presidente Michel Temer, o PTB de Roberto Jefferson, o PP do ministro das Cidades Aguinaldo Ribeiro, o PRB do recém-empossado ministro da Pesca Marcelo Crivella e o PSC ameaçaram votar de forma independente do governo no Congresso Nacional, gerando temores no governo quanto ao futuro das votações de seu interesse. O conflito decorre de o PT ter caráter hegemônico e totalitário, não gostar de ceder e de sempre priorizar petistas nas liberações de recursos e demais questões, retirando o espaço dos aliados de Centro do governo, e de estes não ter ideologia definida, como o esquerdista PT e seus aliados de Esquerda PC do B, PSB e PDT e a Oposição de Esquerda PSOL e PSTU e de Direita PSDB, DEM e PPS, e buscarem apenas recursos e cargos em troca de apoio do governo da vez, não importando de qual partido, ameaçando romper a governabilidade caso não forem atendidos, fazendo a Oposição vibrar, e profundamente envolvidos em casos de corrupção. Vale lembrar que PMDB, PTB, PP, PR, PRB e PSC eram aliados do governo Fernando Henrique Cardoso do PSDB, logo em seguida apoiaram o governo Lula do PT, foram os principais envolvidos no escândalo do mensalão e estão envolvidos em quase todos os escândalos de corrupção no Brasil. Diante desse quadro de instabilidade política, o governo Dilma Rousseff segue refém dos partidos representantes do Fisiologismo e o oposicionista José Serra do PSDB tem mantido conversas com eles, negociando o apoio deles para uma provável e futura candidatura presidencial do PSDB. Não percam o Toma Lá Dá Cá!


segunda-feira, 19 de março de 2012
Esporte - Adriano: Imperador das Polêmicas

O imperador Adriano vem se envolvendo nesses dias em inúmeras polêmicas e não sai das páginas dos jornais. Envolvimento com traficantes, escândalos com mulheres, falta nos treinos, indisciplina, alcoolismo, casos com a polícia, lesões, falta de empenho, queda no rendimento, atrasos, baladas e noitadas durante a concentração, recusas em pesar, peso elevado e demais dificuldades têm sido constantes na vida do craque Adriano. Muitos clubes tem investido pesado no craque, com enormes somas de dinheiro, e dando inúmeras oportunidades, mas tudo isso acaba se tornando um grande desperdício para eles, justamente por causa das atrapalhadas do imperador Adriano, que geram prejuízos astronômicos. Diante de todas essas polêmicas quase diárias de Adriano, o craque vem perdendo o apoio da torcida, decepcionando o meio futebolístico, virando piada dos comentaristas de futebol, perdendo o respeito dos clubes e manchando a sua imagem e reputação de craque e profissional de grande prestigio que lhe rendeu o título de Imperador. Vale lembrar que Adriano brilhou no Flamengo, no Inter de Milão e na Seleção Brasileira, sendo considerado um dos melhores jogadores de futebol do Brasil e do mundo. Adriano tem nome e ainda tem potencial para recuperar sua referência, mas isso só depende dele, o único que pode fazer alguma coisa. É certo que as pessoas nas horas vagas e de descontração relaxem um pouco, com uma cerveja daqui, mulheres de lá, baladas a noite inteira, fofoca com os amigos, afinal de contas ninguém é de ferro, cada um é livre para fazer o que quiser com sua vida, desde que não atrapalhe a rotina de trabalhos e de treinos. É certo que as pessoas vivam uma fase ruim da vida, lhe falte inspiração, cometa erros e gafes em seus momentos infelizes, não funcione como todos esperam, diminua o seu rendimento, afinal todos somos humanos, erramos nessa vida, e portanto devemos nos perdoar, desde que possa continuar ter a mesma habilidade e talento que o consagraram nas fases de ouro de sua carreira. Assim, o imperador Adriano vive dando trabalho a todos os times que entra, cometendo erros atrás de erros, desperdiçando as oportunidades que batem em sua porta e abusando da boa vontade dos outros, está na hora de definir de vez o que quer da vida.
terça-feira, 13 de março de 2012
Opinião Política - Direita e Direita


Os Estados Unidos estão se preparando para as eleições presidenciais deste ano, em que pelo governista Partido Democrata concorre a reeleição o presidente Barack Obama e pelo oposicionista Partido Republicano quem deve vencer as prévias e a indicação do partido é o ex-governador de Massachusetts Mitt Romney. Como se sabe, o governo de Barack Obama foi marcado pela aproximação dos Estados Unidos com o resto do mundo, com pronunciamentos de amizade com o Mundo Árabe e a África, onde o presidente nasceu, a grande mudança, e a reaproximação da Europa, marcando diferenças com seu antecessor, que se isolou do mundo todo em sua guerra contra o terror. Apesar disso, no governo de Barack Obama houve o assassinato do terrorista Osama Bin Laden, inimigo número um dos Estados Unidos, o que permitiu aos Estados Unidos retirar as suas tropas do Iraque e relaxar na sua guerra ao terror. No campo econômico, a economia deu sinais de recuperação, mas a crise e a recessão ainda iniciadas em 2008 ainda persistem. Essas eleições só nos revelam diferenças entre princípios e pensamentos entre o Partido Democrata e o Partido Republicano, ambos de Direita. O Partido Democrata defende a liderança mundial dos Estados Unidos, mas respeitando as leis e organizações internacionais, a diversidade e em conformidade com a comunidade internacional. Assim, em primeiro lugar, defende o diálogo com regimes párias e buscam cooperar com eles, para então, ao se esgotarem todas alternativas possíveis de colaboração, pressioná-los e atacá-los. Daí os pronunciamentos de amizade com o Oriente Médio e a demora em atacar o Irã e a Coréia do Norte. Já o Partido Republicano adota uma postura isolacionista, defende que a hegemonia mundial dos Estados Unidos seja mantida, mas sem se importar com as leis e as organizações internacionais, chegando até a ignorá-las e desrespeitá-las, e sem se importar com a comunidade internacional. Assim, defende que se ataque e que se adote pressões contra regimes párias, sem nenhuma forma de diálogo. Daí as invasões do Afeganistão e do Iraque. Mas no fim, as duas siglas são de Direita e defendem a hegemonia dos Estados Unidos no mundo, isso tudo em razão de os Estados Unidos serem a maior e a mais poderosa potência do planeta. Na verdade, os Estados Unidos, por ser a única superpotência mundial, em toda a sua história se dividem entre exercer essa liderança e hegemonia isolados ou com respaldo da comunidade internacional, permanecendo todas as demais questões iguais entre as siglas, refletido na disputa entre Partido Republicano e Partido Democrata, e, neste ano, representados respectivamente por Mitt Romney de Direita e Barack Obama de Direita.









