quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Opinião Política - O Governo Yeda

O governo de Yeda Crusius do PSDB no Rio Grande do Sul vive sob a ameaça constante do Totalitarismo do PT e da chamada Esquerda e do Fisiologismo do PMDB e de partidos políticos tradicionais. O governo de Yeda Crusius trouxe inúmeros avanços e benefícios para a população do Rio Grande do Sul. Pela primeira vez em 30 anos, o Estado saneou as suas contas, zerando o seu déficit histórico, uma herança dos governos anteriores, representados especialmente nas figuras de Getúlio Vargas, de Leonel Brizola e do PT, que gastavam mal e em excesso, deixando o Estado profundamente endividado. A partir dessa medida, o governo gaúcho recuperou a credibilidade, recebeu elogios por parte do BID e outros bancos internacionais e por não haver déficit, retomou os investimentos na saúde, educação e em estradas, gerando mais desenvolvimento. Apesar disso, o governo de Yeda Crusius enfrenta uma das maiores crises políticas que já se viu no Brasil. Já antes de assumir o cargo de governadora, logo após ser eleita em 2006, muitos secretários abandonaram seu governo em protesto contra seu projeto de aumento e criação de novos impostos, que sofreu uma dura derrota ao ser submetido a votação pelo Legislativo estadual. O seu vice-governador Paulo Feijó do DEM rompe politicamente com a governadora, também em protesto ao projeto alegando que a medida prejudicaria os produtores rurais. Em seguida, por pressão do PT e do PSOL e pela chantagem feita pelos seus aliados do PMDB, são abertas várias investigações e CPIs para investigar supostos atos de corrupção cometidos pela governadora. Para esquentar a crise, seu vice Paulo Feijó entrega em uma das CPIs algumas fitas contendo gravações de suas conversas com os secretários de Estado, incriminando-os. Muitos deles são afastados do seu cargo. Além disso, o governo Yeda foi marcado por inúmeros protestos e greves organizados pela Oposição, movimentos sociais, sindicatos e grupos de sem-terra pedindo o seu impechment. O governo amarga altos índices de rejeição por parte da população gaúcha e amarga o terceiro lugar nas pesquisas destas eleições, atrás de Tarso Genro do PT e de José Fogaça do PMDB, pondo em risco todos os avanços obtidos até agora e gerando temores de retrocesso. Ora, até agora fizeram-se inúmeras investigações para apurar irregularidades cometidas por Yeda Crusius, no entanto, nenhuma irregularidade foi encontrada. A governadora foi considerada inocente diante de todas elas. O PT fez de tudo para desestabilizar seu governo, mas mesmo assim, Yeda Crusius conseguiu zerar o déficit e sanear as contas públicas, fazendo um governo exemplar. O que se vê no Rio Grande do Sul é Totalitarismo do PT e da chamada Esquerda e o Fisiologismo do PMDB e de partidos tradicionais. Por um lado, o PT usa a sua militância para desestabilizar e derrubar o governo de Yeda Crusius para tomar o poder à força, valendo-se de métodos fascistas e nazistas, típicos do Totalitarismo. Por outro lado, o PMDB usa seu poder de barganha, o seu peso político diante das votações e da manutenção da estabilidade, em troca de cargos e de favores políticos, fazendo chantagem política, técnicas típicas do Fisiologismo e Clientelismo. O governo Yeda Crusius tem sofrido pressões políticas porque é um governo sério, honesto e competente, que vem fazendo o que é certo, não se curvando diante de interesses políticos que levam a corrupção.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Opinião Política - Oligarquia de Direita e Populismo de Esquerda

Fazendo-se uma análise e um balanço profundo das diversas tendências políticas que vigoraram no país e das críticas a elas feitas pode-se concluir que no todo a Oligarquia de Direita se sai melhor do que o Populismo de Esquerda. As duas tendências políticas representam as forças do atraso do país e impedem seu desenvolvimento, no entanto, comparando-se as duas, a Oligarquia de Direita gera mais desenvolvimento que o Populismo de Esquerda. Como Oligarquia de Direita no Brasil pode-se compreender os políticos ligados ao regime militar, detentores de grandes latifúndios e grandes empresas, como emissoras de televisão e rádio e jornais, representantes de famílias tradicionais e de grande influência, de pensamento conservador, ligados a Igreja, próximos do coronelismo, do paternalismo, do fisiologismo, do clientelismo, do autoritarismo e do nepotismo e envolvidos em grandes escândalos de corrupção. Fazem parte desse grupo José Sarney, Roseana Sarney e Sarney Filho no Maranhão, Renan Calheiros e Fernando Collor em Alagoas, Jáder Barbalho no Pará, Paulo Maluf em São Paulo e Joaquim Roriz no Distrito Federal. Como Populismo de Esquerda, são denominados os políticos defensores de Fidel Castro e Hugo Chávez, líderes de movimentos sociais, sindicais e agrários, simpatizantes do comunismo, apoiadores de idéias revolucionárias, autoritários, defensores da intervenção do Estado na economia e na sociedade e ‘’defensores dos fracos e oprimidos’’. Nesse grupo pode-se incluir o Totalitarismo do PT, que possui as características descritas acima, mas que busca disfarçá-las e adotá-las de forma moderada. O grupo inclui Luis Inácio Lula da Silva, José Dirceu, Dilma Roussef e Tarso Genro do PT, Leonel Brizola, Miguel Arraes, Aldo Rebelo, Ciro Gomes, Cid Gomes, Paulinho da Força e Eduardo Campos. Ora, para a Oligarquia de Direita quando fora do Palácio do Planalto, o governo pode adotar qualquer medida desde que não ameace sua área de influência, podendo fazer um acordo de convivência com as oligarquias. Quando o grupo se encontra no poder, há o respeito a democracia e ao mercado, sendo que para o grupo interessa apenas a nomeação de parentes para cargos públicos e a obtenção de benesses e benefícios da máquina do Estado. Não lhe interessa fazer grandes mudanças no país, apenas viver sob a aba do Estado. Já o Populismo de Esquerda e o Totalitarismo do PT possuem um projeto revolucionário de poder, querem implantar uma ditadura comunista no país e não medem esforços para concretizá-la. Assim, quando na oposição, buscam de toda forma desestabilizar e destruir o governo da situação para chegar ao poder. E, ao chegarem ao poder, querem fazer revoluções de cunho comunista no país, usando de todos os métodos para isso, destruindo a democracia e o mercado e esmagando as oposições. Assim, dossiês, aparelhamento do Estado, invasões, associação com traficantes de drogas e grupos terroristas e quebra da institucionalidade fazem parte de sua vida política. Hoje, se vê um fenômeno interessante, no qual o Totalitarismo do PT conseguiu acomodar a Oligarquia de Direita no Estado e vive com este grupo um clima amigável. Mas isto não deve durar por muito tempo, uma vez que, pela lógica, o Totalitarismo do PT busca sempre se expandir para impor uma ditadura comunista, o que necessariamente vai gerar atritos com a Oligarquia de Direita. Um governo de Tecnocratas de Direita ou da Social Democracia são os governos que realmente tem gerado o desenvolvimento no Brasil e consistem no tipo ideal de governo que o país precisa. Mas na falta destes, a Oligarquia de Direita prevalece, é o grupo menos pior.

sábado, 21 de agosto de 2010

Opinião Política - Mitos Sobre Cuba

São muitos os mitos que são espalhados sobre Cuba, que mais parecem fazer parte da propaganda comunista longe da realidade, uma vez que a própria estrutura de um regime comunista não permite ou impede a ocorrência dos mesmos. As críticas feitas neste artigo podem se estender aos Estados totalitários e comunistas como a China, o Vietnã, Mianmar, Arábia Saudita e Irã, e até à Esquerda e a Direita autoritária, uma vez que estas duas tendências políticas podem se confluir. Fala-se que Cuba tem grandes avanços na área de Saúde. Ora, em um país onde a pobreza aflige grande parte da população, há inúmeras restrições às novas tecnologias, como a internet, muitas informações e objetos com origem de países ocidentais e conseqüentemente de países de Primeiro Mundo são censuradas, a liberdade de expressão, de pensamento e as discussões são proibidos e as pesquisas, se é que são feitas, passam sob o controle do Estado nas metodologias e conteúdo, não é possível haver grande desenvolvimento no setor de Saúde, o que desmente o mito do exemplo cubano no setor. Cuba orgulha-se do seu sistema de Educação. Ora, com a censura dos meios de comunicação, o fechamento do país em relação às informações e conhecimentos de origem ocidental, as restrições impostas às novas tecnologias e coisas modernas, a proibição de discussões, da liberdade de expressão e de pensamento, as perseguições políticas aos opositores, a falta de democracia e o controle do Estado da Educação, do que será ensinado nas escolas e do que é proibido de ser discutido impedem o bom desenvolvimento da Educação, levando a uma tendência de lavagem cerebral e não de busca constante de conhecimento de forma livre e democrática. Na China observa-se umas tendências interessantes. O governo chinês investe forte em educação para gerar crescimento econômico, mas um investimento dirigido politicamente, uma vez que ele prioriza áreas que não geram polêmica, como Tecnologia e Exatas, pois se investir na área de Política e Ciências Humanas, seria uma ameaça ao regime. Em relação às pesquisas nas áreas de Saúde e Ciências Biológicas, é conhecido por todos o desrespeito às regras convencionais sobre a metodologia de pesquisa, envolvendo segurança. Como sinal do totalitarismo que prevalece na China, existe na sociedade chinesa a lógica, estimulada pelo governo, de se priorizar a obtenção de novas tecnologias, objetos modernos e objetos de consumo em detrimento aos conhecimentos ligados a Política, levando a uma exclusão social das pessoas com consciência política. O consumo de novas tecnologias e a corrida pela busca de objetos modernos ofuscando a consciência política e a luta pela Democracia na China. A tecnologia sendo utilizada como instrumento da ditadura neocomunista chinesa, para manter o controle da população pelo Estado, em substituição a doutrinação prevalecente no velho comunismo. Tendo em conta que para haver o desenvolvimento real de uma nação é necessário haver Democracia, pode-se afirmar que Cuba e China caminham no sentido contrário na busca de prosperidade.

Opinião Política - Paquistão: uma Bomba-relógio

O Paquistão representa nos dias atuais uma das maiores ameaças à paz mundial. O Paquistão possui armas nucleares, é uma potência nuclear, constituindo no único país muçulmano a deter essa tecnologia. Teme-se a transferência de tecnologia nuclear para grupos terroristas e países que apóiam o terrorismo. O Taleban tem origem e bases neste país, onde escolas fundamentalistas atuam para recrutar, doutrinar e treinar novos radicais islâmicos para o terrorismo. Quando da invasão da ex-União Soviética ao Afeganistão, os Estados Unidos treinaram, deram apoio financeiro e ajudaram no nascimento de grupos fundamentalistas como forma de combatê-la no país. O mundo desconfia de seu serviço de inteligência, que para muitos faz jogo duplo diante do Ocidente, uma vez que há radicais fundamentalistas islâmicos, muitos com ligação com a Al Qaeda e o Taleban, infiltrados no setor. O terrorista Osama Bin Laden se encontra, segundo informações secretas, na fronteira caótica entre Afeganistão e Paquistão, nas montanhas da região, rota do tráfico de ópio, com apoio e consentimento de parte do serviço secreto. O país foi protagonista do escândalo da venda ilegal de informações sobre como se obter tecnologia capaz de produzir a bomba atômica para países suspeitos como a Coréia do Norte, no qual um cientista responsável pelo setor, o pai da bomba atômica paquistanesa confessou publicamente o episódio. O Paquistão é uma panela de pressão em termos de instabilidade política como mostram o conflito da Caxemira, as tensões com a Índia, o atentado que culminou na morte de Benazir Bhuto antes de assumir a Presidência, os conflitos étnicos e o mega atentado terrorista em Mumbai na Índia no qual ficou comprovada a participação de membros do serviço secreto do Paquistão no episódio. Diante dessas evidências, seria interessante considerar a hipótese defendida por alguns políticos norte-americanos de se haver uma ocupação dos Estados Unidos no país como forma de evitar que a bomba-relógio paquistanesa exploda, haja visto as falhas, a incompetência e a conivência para com grupos terroristas e Estados totalitários das organizações internacionais como a ONU.

domingo, 8 de agosto de 2010

Opinião Política - Falha das Organizações Internacionais

Nas diversas crises políticas que se vê nos dias recentes no cenário internacional, constata-se os seguintes fenômenos: a ineficiência e a incapacidade das organizações internacionais de resolve-las e principalmente uma tendência das mesmas de serem coniventes e fecharem os olhos para com Estados violadores das leis internacionais, totalitários e apoiadores do terrorismo. No fim, todas as medidas adotadas pelas organizações internacionais acabam por beneficiar os Estados ou grupos promotores do totalitarismo e do terrorismo em detrimento dos Estados democráticos. Esse fato é explicado pelos princípios gerais que norteiam essas organizações internacionais, principalmente pelo fato de elas adotarem a tese de que elas devem focalizar o sistema internacional de Estados, o entendimento e o diálogo entre Estados, mas não as fontes que de fato tem gerado o desentendimento entre Estados. O mais importante para as organizações internacionais como a Organização das Nações Unidas, a Organização dos Estados Americanos, a Liga Árabe e a União Africana é manter o diálogo, o bom entendimento e as relações diplomáticas entre dois Estados em litígio, mas não resolver efetivamente o litígio e suas origens. A seguir serão apresentados alguns exemplos que ilustram claramente a conivência das organizações internacionais para com o totalitarismo e o terrorismo. Na crise entre Colômbia e Venezuela, o governo colombiano acusa e apresenta dados que provam que a Venezuela abriga, apóia e sustenta as FARC. Diante do impasse, a OEA intervém no conflito e após promover o dialogo, o bom entendimento e o restabelecimento das relações diplomáticas entre eles se dão por satisfeitas, esquecendo que é a Venezuela que é a origem do conflito ao dar suporte as FARC e que a Colômbia se desentendeu com o vizinho por se sentir ameaçada e por legitima defesa, fazendo com que a crise se repita no futuro. Na crise entre Israel e Líbano e na crise da Faixa de Gaza, a ONU interviu para se acabar com a violência na região e se deu por satisfeita, esquecendo-se que a violência é provocada pelo Hamas e Hesbolah, que com seus ataques obrigam Israel a se desentender e a usar a violência como legitima defesa. Na crise do Irã, a ONU busca apenas o fim das tensões e das hostilidades entre EUA e Irã, mas não o desarmamento nuclear do Irã e o fim do apoio iraniano ao terrorismo, medidas que de fato poriam fim as hostilidades e que são as causas das tensões. Assim, diante desta falha das organizações internacionais só resta aos Estados democráticos agirem por conta própria e ignorá-las para se defender.

Opinião Política - Crise do PSDB

Embora não se saiba ainda o resultado das eleições presidenciais deste ano e seja difícil fazer uma previsão sobre o vencedor do pleito, se José Serra ou Dilma Roussef, uma coisa não se pode negar: o PSDB, desde 2002, vive uma crise interna e de identidade ideológica, que se evidencia em diversos fatos, em especial, durante o governo Lula e nesta campanha eleitoral e tem diversas explicações. Após a crise que se abateu sobre o governo Fernando Henrique Cardoso, no fim de seu governo depois de anos de avanços decorrentes do Plano Real e da política de privatizações, tem sido comum no partido, os caciques buscarem se desvincularem de seu nome. Assim, José Serra, Geraldo Alckmin e Aécio Neves tentam se diferenciar de Fernando Henrique Cardoso e seu legado. Com a vitória e a chegada ao poder de Luís Inácio Lula da Silva e do PT, este soube fazer uma habilidosa articulação política na qual se apropriou do discurso tucano da estabilidade econômica e juntou com o discurso petista das políticas sociais, criando um discurso imbatível e que faz Lula ser bem visto pelo empresariado e a população de baixa renda, gerando recordes na sua taxa de aprovação e alta popularidade, esvaziando o discurso do PSDB. O controle da máquina do governo pelo PT e as dificuldades decorrentes de um partido de oposição, com poucos recursos, em enfrentar um partido governista dotado de alta popularidade e detentor de muitos recursos e de uma máquina publicitária agrava a situação. Nesta campanha eleitoral, a individualidade, a divisão e os interesses particulares dos caciques tucanos tem prevalecido sobre os interesses partidários, não está havendo uma articulação política conjunta, fundamental numa campanha política, haja visto o desenrolar da questão da escolha do vice de José Serra, a forma como foi conduzida esta escolha, a recusa de Aécio Neves em se-lo e o fraco empenho nesta campanha eleitoral de Aécio Neves, Geraldo Alckmin e Fernando Henrique Cardoso a favor da candidatura de José Serra. O PSDB tem sofrido acusações por parte do DEM, seu aliado tradicional, de arrogância e atropelo aos aliados onde os dois partidos governam coligados e na tomada de decisões, como ficou evidente na crise causada pela escolha do senador Álvaro Dias para compor a chapa de José Serra, fato que quase levou ao rompimento da tradicional aliança entre PSDB e DEM. Por fim, a crise se dá no campo das ideologias políticas, uma vez que com o governo Lula houve uma maior aproximação ideológica entre o PT e o PSDB, onde o PT se aproximou do Centro e o PSDB por ser social democrata se define como de Centro-esquerda, mesma denominação feita ao PT, fazendo com que os programas de governo do PT e do PSDB sejam semelhantes, tornando o discurso do PSDB vazio, uma vez que os dois partidos tem mesmo pensamento político, não havendo a necessidade de se mudar o partido governista. Enfim, o PSDB aos poucos tem perdido a sua identidade política e seu discurso diferenciador, está havendo uma aproximação entre o PT e o PSDB, e uma vez que eles se aproximam cada vez mais e são denominados de centro-esquerda, constata-se uma vez mais que está faltando espaço para a Direita no cenário político brasileiro, uma força capaz de evitar essa união tucano petista, união essa que pode por fim as discussões políticas no Brasil.