sábado, 21 de agosto de 2010

Opinião Política - Mitos Sobre Cuba

São muitos os mitos que são espalhados sobre Cuba, que mais parecem fazer parte da propaganda comunista longe da realidade, uma vez que a própria estrutura de um regime comunista não permite ou impede a ocorrência dos mesmos. As críticas feitas neste artigo podem se estender aos Estados totalitários e comunistas como a China, o Vietnã, Mianmar, Arábia Saudita e Irã, e até à Esquerda e a Direita autoritária, uma vez que estas duas tendências políticas podem se confluir. Fala-se que Cuba tem grandes avanços na área de Saúde. Ora, em um país onde a pobreza aflige grande parte da população, há inúmeras restrições às novas tecnologias, como a internet, muitas informações e objetos com origem de países ocidentais e conseqüentemente de países de Primeiro Mundo são censuradas, a liberdade de expressão, de pensamento e as discussões são proibidos e as pesquisas, se é que são feitas, passam sob o controle do Estado nas metodologias e conteúdo, não é possível haver grande desenvolvimento no setor de Saúde, o que desmente o mito do exemplo cubano no setor. Cuba orgulha-se do seu sistema de Educação. Ora, com a censura dos meios de comunicação, o fechamento do país em relação às informações e conhecimentos de origem ocidental, as restrições impostas às novas tecnologias e coisas modernas, a proibição de discussões, da liberdade de expressão e de pensamento, as perseguições políticas aos opositores, a falta de democracia e o controle do Estado da Educação, do que será ensinado nas escolas e do que é proibido de ser discutido impedem o bom desenvolvimento da Educação, levando a uma tendência de lavagem cerebral e não de busca constante de conhecimento de forma livre e democrática. Na China observa-se umas tendências interessantes. O governo chinês investe forte em educação para gerar crescimento econômico, mas um investimento dirigido politicamente, uma vez que ele prioriza áreas que não geram polêmica, como Tecnologia e Exatas, pois se investir na área de Política e Ciências Humanas, seria uma ameaça ao regime. Em relação às pesquisas nas áreas de Saúde e Ciências Biológicas, é conhecido por todos o desrespeito às regras convencionais sobre a metodologia de pesquisa, envolvendo segurança. Como sinal do totalitarismo que prevalece na China, existe na sociedade chinesa a lógica, estimulada pelo governo, de se priorizar a obtenção de novas tecnologias, objetos modernos e objetos de consumo em detrimento aos conhecimentos ligados a Política, levando a uma exclusão social das pessoas com consciência política. O consumo de novas tecnologias e a corrida pela busca de objetos modernos ofuscando a consciência política e a luta pela Democracia na China. A tecnologia sendo utilizada como instrumento da ditadura neocomunista chinesa, para manter o controle da população pelo Estado, em substituição a doutrinação prevalecente no velho comunismo. Tendo em conta que para haver o desenvolvimento real de uma nação é necessário haver Democracia, pode-se afirmar que Cuba e China caminham no sentido contrário na busca de prosperidade.

Opinião Política - Paquistão: uma Bomba-relógio

O Paquistão representa nos dias atuais uma das maiores ameaças à paz mundial. O Paquistão possui armas nucleares, é uma potência nuclear, constituindo no único país muçulmano a deter essa tecnologia. Teme-se a transferência de tecnologia nuclear para grupos terroristas e países que apóiam o terrorismo. O Taleban tem origem e bases neste país, onde escolas fundamentalistas atuam para recrutar, doutrinar e treinar novos radicais islâmicos para o terrorismo. Quando da invasão da ex-União Soviética ao Afeganistão, os Estados Unidos treinaram, deram apoio financeiro e ajudaram no nascimento de grupos fundamentalistas como forma de combatê-la no país. O mundo desconfia de seu serviço de inteligência, que para muitos faz jogo duplo diante do Ocidente, uma vez que há radicais fundamentalistas islâmicos, muitos com ligação com a Al Qaeda e o Taleban, infiltrados no setor. O terrorista Osama Bin Laden se encontra, segundo informações secretas, na fronteira caótica entre Afeganistão e Paquistão, nas montanhas da região, rota do tráfico de ópio, com apoio e consentimento de parte do serviço secreto. O país foi protagonista do escândalo da venda ilegal de informações sobre como se obter tecnologia capaz de produzir a bomba atômica para países suspeitos como a Coréia do Norte, no qual um cientista responsável pelo setor, o pai da bomba atômica paquistanesa confessou publicamente o episódio. O Paquistão é uma panela de pressão em termos de instabilidade política como mostram o conflito da Caxemira, as tensões com a Índia, o atentado que culminou na morte de Benazir Bhuto antes de assumir a Presidência, os conflitos étnicos e o mega atentado terrorista em Mumbai na Índia no qual ficou comprovada a participação de membros do serviço secreto do Paquistão no episódio. Diante dessas evidências, seria interessante considerar a hipótese defendida por alguns políticos norte-americanos de se haver uma ocupação dos Estados Unidos no país como forma de evitar que a bomba-relógio paquistanesa exploda, haja visto as falhas, a incompetência e a conivência para com grupos terroristas e Estados totalitários das organizações internacionais como a ONU.

domingo, 8 de agosto de 2010

Opinião Política - Falha das Organizações Internacionais

Nas diversas crises políticas que se vê nos dias recentes no cenário internacional, constata-se os seguintes fenômenos: a ineficiência e a incapacidade das organizações internacionais de resolve-las e principalmente uma tendência das mesmas de serem coniventes e fecharem os olhos para com Estados violadores das leis internacionais, totalitários e apoiadores do terrorismo. No fim, todas as medidas adotadas pelas organizações internacionais acabam por beneficiar os Estados ou grupos promotores do totalitarismo e do terrorismo em detrimento dos Estados democráticos. Esse fato é explicado pelos princípios gerais que norteiam essas organizações internacionais, principalmente pelo fato de elas adotarem a tese de que elas devem focalizar o sistema internacional de Estados, o entendimento e o diálogo entre Estados, mas não as fontes que de fato tem gerado o desentendimento entre Estados. O mais importante para as organizações internacionais como a Organização das Nações Unidas, a Organização dos Estados Americanos, a Liga Árabe e a União Africana é manter o diálogo, o bom entendimento e as relações diplomáticas entre dois Estados em litígio, mas não resolver efetivamente o litígio e suas origens. A seguir serão apresentados alguns exemplos que ilustram claramente a conivência das organizações internacionais para com o totalitarismo e o terrorismo. Na crise entre Colômbia e Venezuela, o governo colombiano acusa e apresenta dados que provam que a Venezuela abriga, apóia e sustenta as FARC. Diante do impasse, a OEA intervém no conflito e após promover o dialogo, o bom entendimento e o restabelecimento das relações diplomáticas entre eles se dão por satisfeitas, esquecendo que é a Venezuela que é a origem do conflito ao dar suporte as FARC e que a Colômbia se desentendeu com o vizinho por se sentir ameaçada e por legitima defesa, fazendo com que a crise se repita no futuro. Na crise entre Israel e Líbano e na crise da Faixa de Gaza, a ONU interviu para se acabar com a violência na região e se deu por satisfeita, esquecendo-se que a violência é provocada pelo Hamas e Hesbolah, que com seus ataques obrigam Israel a se desentender e a usar a violência como legitima defesa. Na crise do Irã, a ONU busca apenas o fim das tensões e das hostilidades entre EUA e Irã, mas não o desarmamento nuclear do Irã e o fim do apoio iraniano ao terrorismo, medidas que de fato poriam fim as hostilidades e que são as causas das tensões. Assim, diante desta falha das organizações internacionais só resta aos Estados democráticos agirem por conta própria e ignorá-las para se defender.

Opinião Política - Crise do PSDB

Embora não se saiba ainda o resultado das eleições presidenciais deste ano e seja difícil fazer uma previsão sobre o vencedor do pleito, se José Serra ou Dilma Roussef, uma coisa não se pode negar: o PSDB, desde 2002, vive uma crise interna e de identidade ideológica, que se evidencia em diversos fatos, em especial, durante o governo Lula e nesta campanha eleitoral e tem diversas explicações. Após a crise que se abateu sobre o governo Fernando Henrique Cardoso, no fim de seu governo depois de anos de avanços decorrentes do Plano Real e da política de privatizações, tem sido comum no partido, os caciques buscarem se desvincularem de seu nome. Assim, José Serra, Geraldo Alckmin e Aécio Neves tentam se diferenciar de Fernando Henrique Cardoso e seu legado. Com a vitória e a chegada ao poder de Luís Inácio Lula da Silva e do PT, este soube fazer uma habilidosa articulação política na qual se apropriou do discurso tucano da estabilidade econômica e juntou com o discurso petista das políticas sociais, criando um discurso imbatível e que faz Lula ser bem visto pelo empresariado e a população de baixa renda, gerando recordes na sua taxa de aprovação e alta popularidade, esvaziando o discurso do PSDB. O controle da máquina do governo pelo PT e as dificuldades decorrentes de um partido de oposição, com poucos recursos, em enfrentar um partido governista dotado de alta popularidade e detentor de muitos recursos e de uma máquina publicitária agrava a situação. Nesta campanha eleitoral, a individualidade, a divisão e os interesses particulares dos caciques tucanos tem prevalecido sobre os interesses partidários, não está havendo uma articulação política conjunta, fundamental numa campanha política, haja visto o desenrolar da questão da escolha do vice de José Serra, a forma como foi conduzida esta escolha, a recusa de Aécio Neves em se-lo e o fraco empenho nesta campanha eleitoral de Aécio Neves, Geraldo Alckmin e Fernando Henrique Cardoso a favor da candidatura de José Serra. O PSDB tem sofrido acusações por parte do DEM, seu aliado tradicional, de arrogância e atropelo aos aliados onde os dois partidos governam coligados e na tomada de decisões, como ficou evidente na crise causada pela escolha do senador Álvaro Dias para compor a chapa de José Serra, fato que quase levou ao rompimento da tradicional aliança entre PSDB e DEM. Por fim, a crise se dá no campo das ideologias políticas, uma vez que com o governo Lula houve uma maior aproximação ideológica entre o PT e o PSDB, onde o PT se aproximou do Centro e o PSDB por ser social democrata se define como de Centro-esquerda, mesma denominação feita ao PT, fazendo com que os programas de governo do PT e do PSDB sejam semelhantes, tornando o discurso do PSDB vazio, uma vez que os dois partidos tem mesmo pensamento político, não havendo a necessidade de se mudar o partido governista. Enfim, o PSDB aos poucos tem perdido a sua identidade política e seu discurso diferenciador, está havendo uma aproximação entre o PT e o PSDB, e uma vez que eles se aproximam cada vez mais e são denominados de centro-esquerda, constata-se uma vez mais que está faltando espaço para a Direita no cenário político brasileiro, uma força capaz de evitar essa união tucano petista, união essa que pode por fim as discussões políticas no Brasil.

sábado, 7 de agosto de 2010

Opinião Política - Nova Guerra Fria

Hoje, no mundo, vive-se uma espécie de nova Guerra Fria, na qual se encontram de um lado os Estados Unidos e de outro a Rússia e a China, cada lado adotando políticas diferentes, concorrentes e rivais. Politicamente, os Estados Unidos são uma democracia, tem eleições livres, há alternância de poder, os direitos humanos são respeitados, há liberdade de expressão, de pensamento, de internet e de imprensa, há oposição e não há perseguição política. Já na Rússia e na China, não há democracia, praticamente não há eleições livres, nem alternância de poder, a internet, a imprensa, os meios de comunicação são controlados pelo governo, as oposições e minorias são duramente perseguidas e reprimidas, e não há democracia. Em termos econômicos, nos Estados Unidos, a economia de mercado funciona normalmente. Já na Rússia e na China, o Estado tem forte presença na economia, as estatais tem grande força e medidas estatizantes tem sido adotadas recentemente. No cenário internacional, são inúmeros os exemplos de conflitos entre estes atores. Nas crises da Coréia do Norte, do Irã, do Sudão e do Oriente Médio, enquanto os Estados Unidos defendem medidas duras contra esses países, Rússia e China são favoráveis a medidas brandas, visto que os apóiam, dão suporte e até sustentam esses países e suas políticas. No Conselho de Segurança da ONU, esse conflito decorre do fato de Estados Unidos, Rússia e China serem membros permanentes e deterem o poder de veto, havendo na prática a anulação das medidas a serem tomadas pelo órgão. Nas discussões sobre democracia, intervenção e direitos humanos, Estados Unidos defendem a tese da universalidade desses valores para justificar uma possível intervenção no país em discussão e a imposição de valores ocidentais, enquanto Rússia e China, por também serem totalitários, defendem a tese da soberania, da cultura e das particularidades de cada nação para condenarem a intervenção e a imposição de valores. Na Ásia Central, tem havido conflitos crescentes entre Estados Unidos e Rússia na região, em busca de influencia política, bases aéreas, rotas e os ricos poços de petróleo, como ilustram os conflitos na Geórgia, Quirguistão, Ucrania e Chechenia. A expansão da OTAN e da União Européia, no Leste Europeu, área que viveu décadas sob o guarda-chuva da ex-União Soviética e do comunismo, incomoda Moscou. Estados Unidos e Rússia competem em relação a armas nucleares e ao escudo anti-mísseis. Já com a China, a questão de Taiwan, a questão do Tibete e a política industrial e de meio ambiente são assuntos polêmicos. Além dessa lógica clássica de rivalidade, existe a rivalidade regional, na qual uma potencia totalitária de cada região apoiada por Rússia e China, ou elas mesmas, compete com os Estados Unidos e uma potencia democrática da mesma região, em busca de influência política. Assim, na América Latina existe a tensão entre Venezuela e Estados Unidos e Colômbia, na África a tensão entre Zimbábue e África do Sul e Estados Unidos, no Oriente Médio a tensão entre Irã e Israel e Estados Unidos, na Ásia a tensão entre a China e Japão e Estados Unidos e na Europa a tensão entre Rússia e Reino Unido e Estados Unidos. Essa lógica que nos remete aos tempos da Guerra Fria, tem sido nos últimos anos a base das Relações Internacionais.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Opinião Política - Totalitarismo: o Maior dos Males

A História e a Teoria Política provam que o totalitarismo é a pior coisa que existe no mundo, um mal que deve ser evitado ao máximo e combatido a qualquer custo. No regime totalitário não há eleições livres, nem alternância de poder, o partido único prevalece, as oposições são fortemente reprimidas, perseguidas e torturadas, não há liberdade política, religiosa, de expressão e de pensamento, a mídia, a internet e a imprensa são controlados pelo governo, as escolas, os grupos organizados e a mídia não educam e nem informam, mas fazem lavagem cerebral e formam militantes e terroristas, a polícia é política, a sociedade é controlada e nada escapa aos olhos do governo. O totalitarismo é um caminho sem volta ou de difícil retorno uma vez que busca controlar a massa pobre, analfabeta, ignorante e menos favorecida usando-a como massa de manobra e quando já conquistou todo o aparato estatal e a máquina do governo, passa a fazer o aparelhamento do Estado, usando todas as suas instituições como arma política contra as oposições e a favor do grupo que se encontra no poder, tornando árduas a luta e a resistência política. Além disso, o totalitarismo é expansionista, não se contenta em se instalar em apenas um único país, ao se consolidar num país, ele busca interferir nos demais para instalar um regime semelhante e satélite, seja por invasão, apoio as oposições e grupos dissidentes, financiando golpes de Estado, promovendo ajuda econômica, internacionalizando empresas e até via terrorismo, por isso a relevância dada ao incremento bélico. No cenário internacional, quando se discute sobre um país totalitário, há sempre a discussão sobre a pertinência de se haver nele uma intervenção ou não dos Estados Unidos ou da comunidade internacional para mudar o regime. Rússia e China, por também serem totalitários, e os maiores advogados do totalitarismo, sempre advogam a tese da soberania de cada país, na qual cada país tem uma cultura particular, adota o regime político mais adaptado a essa cultura particular e que uma intervenção representa uma violação da soberania, sendo isso um desrespeito as leis do Direito Internacional. Os Estados Unidos, sob o governo do Partido Republicano, e tendo em vista a nulidade do poder de intervenção da comunidade internacional, sempre pregam a intervenção militar para levar a democracia ao país totalitário e derrubar seu governo, uma vez que para os norte-americanos o totalitarismo representa um mal maior que a perda da soberania. A História mostra que todos os países totalitários que sofreram uma intervenção militar dos Estados Unidos, se tornaram democracias prósperas e estáveis em termos políticos e econômicos, tendo valido a pena, após duras e longas batalhas, como ilustram os casos da Alemanha nazista e do Japão pós Segunda Guerra Mundial. É certo que os Estados Unidos apóiam e sustentam alguns regimes totalitários para defender seus interesses, mas onde eles fizeram uma intervenção militar e implantaram a democracia, o resultado foi positivo. Diante dessa tendência, pode-se afirmar que apesar da polêmica e das imensas dificuldades enfrentadas pelos Estados Unidos no Iraque e no Afeganistão, a continuidade dessas operações, após dura e longa batalha, deve levar o desenvolvimento, a democracia e o bem-estar a esses países que viveram muitos anos sob o totalitarismo de Saddam Hussein e do Talibã respectivamente, a pior coisa da Política.

Opinião Política - A Favor de Israel

No conflito e tensão entre Israel e Palestina e os países árabes que assola há muitos anos o Oriente Médio, Israel é a maior vítima. Comparando-se os regimes de Israel, Palestina e países árabes podemos fazer muitas constatações. Politicamente, Israel é uma democracia, tem liberdade de expressão, de opinião, de pensamento e de imprensa, os direitos humanos são respeitados, tem parlamento, eleições livres e oposição, não há perseguição política, religiosa e nem às minorias inclusive de origem muçulmana, árabe e palestina, que em Israel e apesar do conflito tem garantidos o acesso a saúde, emprego, educação e demais serviços básicos, inclusive representação no parlamento, como qualquer cidadão israelense, desde que não tenham vínculos com o terrorismo, a religião não interfere no Estado, não tem o fundamentalismo, o islamismo pode ser exercido livremente e tem apoio dos Estados Unidos. Já na Palestina e nos países árabes, os líderes não são eleitos pelo povo, não há o costume de se exercer a democracia, as mulheres não têm liberdade, há perseguição às minorias especialmente judeus e israelenses, a repressão é violenta, grupos terroristas são tolerados e até apoiados pelo governo como o Hamas e o Hesbolah, o fundamentalismo islâmico molda a sociedade e o Estado, a imprensa é fortemente controlada e têm o apoio da China e da Rússia. As condições socioeconômicas de Israel são de Primeiro Mundo, com educação e saúde de qualidade e boas universidades, Israel possui um ótimo sistema de inteligência e segurança, aperfeiçoados pelos atentados terroristas, e a tecnologia israelense é de ponta, isso tudo apesar de ser um país pequeno e localizado no deserto, de onde nasceu uma rica agricultura com a implantação de um sistema de irrigação. Já nos países árabes, apesar de serem os maiores produtores de petróleo e de possuírem grandes castelos e califados ornados de ouro e muito luxo, essa riqueza se restringe apenas aos reis, sultões e suas famílias, a população convive com a pobreza, a destruição, o analfabetismo, o subdesenvolvimento, a tirania, a corrupção, a fome e a miséria, tornando-os redutos de grupos terroristas e escolas fundamentalistas islâmicas, que recrutam seus militantes da população para servirem de exército e homem-bomba. Em relação a História, sempre prevaleceu a lógica de os países árabes atacarem primeiro Israel para depois este responder de forma desproporcional cometendo a morte de milhares e anexando territórios dos árabes, expandindo sua extensão territorial, mas sempre depois de serem atacados e provocados e sofrerem um atentado terrorista, em legítima defesa. Lógica que prevalece nos dias atuais, onde Israel revida os ataques do Hamas e do Hesbolah com bombardeios e ataques aéreos violentos. Existe no mundo hoje uma tendência mundial da mídia, da imprensa, da intelectualidade e das organizações internacionais de se criticar Israel e ignorar seu lado e sempre colocar os árabes como vítimas. Acusam Israel de crimes de guerra, crise humanitária, genocídio, desrespeito aos direitos humanos e condenam o muro israelense para conter o terrorismo, mas escondem as atrocidades cometidas pelos países árabes entre eles e contra o próprio povo, esquecendo por exemplo do massacre dos curdos pelo regime de Saddam Hussein no Iraque e dos conflitos sociais decorrentes da crise dos refugiados palestinos na Jordânia. A História e os fatos comprovam que a razão está com Israel.